terça-feira, 6 de outubro de 2009

Harmonização de Cervejas e Queijos



As cervejas especiais estão entre as melhores combinações possíveis com queijos. Assim como vem acontecendo uma revolução no mundo das cervejas, com o renascimento de cervejas artesanais, o mesmo vem ocorrendo com os queijos. Começam a aparecer os pequenos produtores que fabricam queijos com personalidade. Estes são os que combinam com as cervejas especiais.

Veja por que as cervejas e os queijos combinam tão bem:

SABORES SEMELHANTES

Nas cervejas encontramos diversos aromas e sabores semelhantes aos dos queijos, como os aromas de nozes, castanhas, amêndoas e caramelo, geralmente presentes nos queijos mais curados.

CARBONATAÇÃO


A carbonatação desperta e estimula as papilas gustativas, acentuando os complexos sabores presentes nos queijos. Além disso, os queijos são gordurosos e cremosos, geralmente cobrindo nossa boca como se fossem uma espécie de cera. A carbonatação tem o poder de “lavar” esta gordura da boca, abrindo caminho para que nossas papilas gustativas estejam descobertas e percebam exatamente o sabor da cerveja e do queijo. Ela deixa sua boca pronta para um novo sabor, como se cada mordida ou cada gole fossem sempre os primeiros.

AMARGOR


Junto com a doçura, é responsável pelo equilíbrio da cerveja. Também torna a cerveja refrescante e estimula o apetite. Na combinação com comida, confere certa refrescância e, assim como a carbonatação, corta a gordura que cobre nossas papilas gustativas.

DOÇURA E SABOR DE PÃO


Os pães, assim como as cervejas, são feitos a partir de cereais. Daí tamanha semelhança de sabores, a ponto de chamarmos a cerveja de “pão líquido”. Assim como os queijos combinam bem com pães, facilmente harmonizam com os sabores de malte de cevada e trigo utilizados nas cervejas.

A doçura presente nas cervejas também tem origem no malte de cevada. O açúcar residual, não fermentado, acaba contribuindo para um equilíbrio entre o doce e o amargo. Essa doçura permite uma harmonização com queijos mais adocicados ou com queijos salgados, em uma harmonização por contraste.

http://www.eisenbahn.com.br/estacao/queijos_familias.php
http://www.eisenbahn.com.br/estacao/queijos_cervejas.php

sábado, 3 de outubro de 2009

Evolução da Confeitaria, Encomende seu Bolo Personalizado


A confeitaria chegou ao Brasil entre os anos 50 e 60 (após a segunda Guerra Mundial), vinda da Europa, principalmente França, Itália e Alemanha, trazendo novas técnicas e manuseios. Alguns mestres confeiteiros que chegaram ao Brasil traziam a técnica do manuseio do chantilly, do Creme Paris, da massa folhada, do Fondant e foram obrigados a trabalhar nas padarias, pois eram raras as confeitarias exclusivamente doceiras. Com o passar do tempo, as padarias começaram a ser consideradas “padarias e confeitarias”. E, assim, foram nascendo os doces!
Naquela época o trabalho feminino era muito pouco utilizado. A partir dos anos 80, a confeitaria passou por tendências mais suaves e elaboradas, mostrando a preocupação com a qualidade na confecção dos produtos. Atualmente, surgem novidades a cada dia, tanto nos sabores quanto nas técnicas, qualidade e decorações.
Bolos
Como surgiu o bolo? Sabe-se que, em Nápoles, na Itália, no ano de 1478, um bolo foi servido em um banquete. Então, os bolos passaram a ser a atração em festas, eventos e celebrações principalmente no quesito decoração.
Apesar de informações contrárias, acredita-se que o primeiro bolo de andares tenha sido o da italiana Catherine De Medici quando se casou com Herique II, Rei da França, no século XVI. A partir dai os bolos eram cada vez mais glamurosos, porém, com sabor rústico e pouca qualidade.
Na Inglaterra, durante o reinado da Rainha Victória, os bolos chegavam a pesar 100 quilos com altura acima de dois metros. Na verdade, em todos os momentos da história, o bolo era considerado como uma demonstração de prosperidade e riqueza. Por isso eram tão altos!
O primeiro bolo de farinha a se adaptar no Brasil foi o pão-de-ló, de origem portuguesa. Rapidamente, tornou-se bastante popular, e até hoje, é um dos preferidos para bolos recheados. Antigamente, e sobretudo em Portugal, era hábito consumir o pão-de-ló em fatias, torradas, acompanhando o chá, café ou vinho do Porto.
Nos dias de hoje temos qualidade, sabor e beleza na confecção dos bolos.
Ou melhor, glamour! Principalmente nas preparações da Chef Ana Stellato, o quilo de nossos bolo está em R$ 150,00!
Sugarcraft
É uma arte da confeitaria que nasceu na Inglaterra.
É a técnica em açúcar onde o açúcar se transforma em massa, massa que se transforma em verdadeiras obras de arte.
Mas é preciso muita dedicação e muito amor para executar esse tipo de trabalho.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Ahhh, que delícia a Emília Romagna, Venha Degustar!


de 01 A 04 e de 08 A 11/10
A região hospeda uma das terras mais férteis da Itália, rica em hortas e pastos. Bolonha, a capital, não é o berço apenas do macarrão à bolonhesa, mas de algumas das massas caseiras mais gostosas do mundo: tagliatelle, tagliolini, cappelleti, tortellini, tortelli, tortelloni, parpadelle e lasanhas. Na província são produzidas excelentes mortadelas. O melhor queijo italiano, o parmigiano-reggiano, ou parmesão, que leva tanto o nome de Parma como de Reggio, é também dessa região. Parma ainda presenteia o mundo com um dos mais finos produtos suínos do mundo o prosciutto di Parma. E Modena tem excelentes pratos à base de costela de porco e com o vinagre balsâmico.

Entradas
Parmigiano ao mel
(pedrinhas de parmesão com mel e flores)
Bruschettas Romagnas
(tartar de mortadela ao pesto de tomates secos e pistaches)
Pratos
1º Prato
Parpadelle ao ragú bolognese
2º Prato
Risotto de parmesão e presunto parma
Sobremesa
Meringato alle Fragole - (Merengue de morango)
Espécie de um suspiro, esta sobremesa se origina da província de Baixa Padana, região que abrange a Lombardia e Emilia Romagna, onde há grandes plantações de morango

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Deguste o Cardápio do Happy Hour + Desejado de Brasília



Venha nos visitar e descobrir delícias gourmet com cervejas e vinhos jamais imaginados!
Reservas: 61-30338500

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O Festival Italiano Continua e Está Cada Vez Mais Imperdível


Festival de Primavera com Pratos Italianos
De Setembro a Novembro de quinta a domingo
Menu Degustação - 02 Entradas + 02 Pratos + 01 Sobremesa
R$ 59,00 - Faça sua reserva através do fone (61) 3033-8500 das 09h00 às 00h00 diariamente.

ESPECIAL DAL CHEF STELLATO
De 24 a 27/09
A charmosa Chef Ana Stellato apresenta neste circuito aquelas receitas que satisfazem o apetite e reconfortam a alma, aplicando seus temperos e criatividade ímpares.
Entradas
Saladinha Italiana
(lascas de pão de grãos na manteiga de ervas, lâminas de cebola roxa no vinho branco, tomatinhos vulcânicos, folhas verdes mistas ao pesto de alho assado)
Búfala del Mare
(mozzarella di búfala derretendo com camarão aos tomates com redução de mel e balsâmico)
Pratos
1º Prato
Nhoque ao pesto
(massa fresca com molho pesto de manjericão e castanhas)
2º Prato
Risoto de parmesão com tiras de filé ao vinho tinto
Sobremesa
Pesche alle Mandorle
(Pêssego com amêndoas)
Recheada de biscoito ao amaretto esta sobremesa vai ao forno aromatizada de amêndoas. Originária da região de Piemonte, serve-se individualmente e fria. O pêssego é uma das frutas mais apreciadas na Itália, acompanha creme de nata artesanal.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O Vinho Ideal e as Harmonizações Atuais


Todo vinho, por mais delicioso que seja quando degustado solo , está em busca de seu parceiro: o prato ideal. Ou seria ao contrário? Mas como saber se um não vai brigar com o outro? Não há respostas ou regras definitivas , mas há umas poucas indicações que, se seguidas , podem diminuir as chances de erro. O vinho certo deve realçar o sabor da comida e a comida pode trazer a tona características únicas de um vinho. Mas harmonizar de verdade pode ser muito simples ou extremamente complexo. Antes dos ventos da globalização, e com eles a fusion cuisine, baterem nas nossas mesas e criarem uma deliciosa confusão nas nossas escolhas podia-se usar grosseiramente as três surradas mas úteis regrinhas: carne vermelha com vinho tinto; peixe e carne branca com vinho branco; pratos típicos regionais com os respectivos vinhos locais.
Mas hoje tudo ficou mais complicado. Eu amo brincar com os limites ao misturar peixe cru com maionese ou abacate com carpaccio. Temperos orientais se encontram com a culinária mediterranica. Ao aplicar minhas técnicas quase sempre francesas, eu me aproprio das delicias das cozinhas mexicana, indiana, arabe, alemã, espanhola, chinesa, thai , japonesa, todas pertinentes à culinária italiana. O que me leva a avaliar que muitas vezes a combinação de ingredientes,molhos que acompanham e ou método de preparo podem ser muito mais importantes do que o ingrediente principal na determinaçnao do vinho ideal. Por sorte certas características da comida reagem com previsibilidade diante de elementos presentes no vinho. Os principais componentes do vinho (álcool, açúcar,ácido e tanino ) relacionam- se com os sabores básicos da comida (doce, azedo, salgado, amargo ) . A combinação perfeita vem a ser uma experiência gustativa mais sublime do que a comida ou o vinho sozinhos. Para harmoniozar vinho e comida podemos seguir dois caminhos distintos e opostos: o caminho do contraste e o caminho semelhança.no caminho do contraste procuramos no vinho os sabores e texturas que não estão no prato. Um prato com sabor terroso (trufas, cogumelos) contrasta bem com um vinho frutado. Há por exemplo o classico encontro salgado/doce .ex. roquefort com porto, fois gras com sauternes. gewustraminer bem frutado com salmão defumado.
Já o caminho da semelhança , o mais natural, intuitivo, envolve a escolha de vinho de algum modo semelhante ao prato. Um vinho herbáceo acompanha bem um peixe com ervas. Só um vinho encorpado para resistir a uma carne com molho mais pesado. Equilibrar o peso do prato com o do vinho. Normalmente a gradação alcoolica pode ser indicativa. quanto maior mais encorpado é o vinho. Ex. Um peito de frango no vapor é mais leve do que um coq au vin. É importante distinguir intensidade de peso tanto no vinho qto na comida. Ex. Um prato leve, frango ou peixe no vapor, mas muito condimentado. Outro ponto a se ficar atento com as semelhanças. Alimentos como nozes, por exemplo, que são tânicas, servidas com um vinho tinto muito tânico , tornarão o vinho tão adstringente que ficará quase intragável. O mesmo acontecerá com espinafre, aspargos, alcachofra.
Mas para escolhermos qual caminho tomar precisamos conhecer um pouco os elementos a serem avaliados tanto na comida quanto no vinho.

Acidez
Acidez de um prato ( vinagre, limão, mostarda, etc) deve ser igualada pela acidez do vinho. De outro modo o vinho parece insípido. Como regra os vinhos brancos são mais ácidos que os tintos. Vinhos jovens são mais acidos que os envelhecidos (e vinhos envelhecidos em carvalho são menos ácidos ainda). O vinho ácido parece menos ácido com alimento salgado ou ao contrario com os ligeiramente doces. Usando o caminho do contraste , vinhos ácidos contrabalanceiam excesso de gordura de um prato.
Sal.
O sal realça os sabores da comida. E é por isso que gostamos tanto dele. Do mesmo modo ele realçará o amargor dos taninos de um vinho. Tanino é a substancia que deixa nossa lingua seca, amarga, travada. Ele vem das cascas, sementes,hastes da uva e em menor medida dos toneis de carvalho. Comida salgada pede vinho frutado e pouco tânico, se for tinto. Aperitivos muito salgados, como azeitonas, pedem champanhe, outros espumanrtes secos xerez fino ou manzanila que trazem frescor ao paladar.
Doce
Mesma regra da acidez. O vinho deve ser ao menos tão doce quanto o alimento para não parecer insipido. Lembrete: se um tinto seco não vai bem com alimentos doces fiquemos atentos as muitas combinações de vinho doce que vão bem com alimento salgado.
Taninos.
Os taninos diminuem a percepção da doçura na comida e são mascarados/suavizados por pratos com proteina e gordura (bife/queijos). parecem mais adstringentes com comida condimentada e/ou muito salgada

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Hummmm, Tortas! Aprenda a receita de uma das minhas preferidas...a Sacher......


Ingredientes e Preparo:
150 gramas de manteiga --
165 gramas de açúcar;
185 gramas de chocolate meio amargo derretido;
150 gramas de farinha de trigo (a massa não leva fermento);
6 gemas;
8 claras;
Gotas de baunilha;
Geléia de damasco passada pela peneira.
Para o glacê:
160 gramas de chocolate meio amargo, partido em pequenos pedaços --
160 gramas de açúcar;
1/2 xícara (chá) de água mais 2 colheres (sopa) de água.
Preparo geral:
1.Numa tigela, bata a manteiga com a metade do açúcar.
2.Acrescente aí o chocolate derretido com a baunilha. Junte as gemas, uma a uma, batendo bem após cada adição.
3.Bata as claras em neve com o restante do açúcar até ficar em ponto de suspiro.
4.Adicione imediatamente a farinha de trigo e misture cuidadosamente.
5.Acrescente as gemas com a manteiga e misture bem.
6.Espalhe a massa numa fôrma redonda untada.
7.Leve ao forno em temperatura moderada (180º graus) e asse até que, ao enfiar um palito no centro e ele saia seco.
8.Após assar, retire do forno e corte ao meio, recheie com geléia de damasco e passe uma camada fina também na superfície da torta.
9.Faça e cubra a torta com o seguinte glacê:
1.Numa panela coloque o chocolate, o açúcar e a água.
2.Leve ao fogo mexendo sempre até ferver.
3.Pare de mexer e marque quatro minutos.
4.Retire do fogo e mexa com colher de pau até o glacê começar a engrossar.
10.Espalhe este glacê rapidamente sobre a torta.