terça-feira, 26 de maio de 2009

Surpreenda Seu Amor II, Viagem com Piquenique


Se vocês podem viajar, planeje com alguns dias de antecedência. O elemento surpresa pode ser ideal. Escolha um local (uma praia, uma área verde ou a serra), ligue para seu namorado e peça que ele junte algumas roupas (umas três peças são suficiente para uma pequena viagem) e coloque numa pequena malinha e diga que irão viajar. Ele, com certeza irá começar a se animar. Lembre-se de avisar aos pais e amigos onde vão e de pedir para guardarem segredo.

O que levar na viagem de dia dos namorados para um piquenique romântico:
(copie essas dicas para não esquecer nada!)

Uma cesta grande de piquenique com um abridor de vinho, utensílios, talheres, copinhos e pratinhos, etc....Reserve com a La Benedicta Buffet o vinho, queijo, biscoitos e algumas frutas. Quando estiverem perto de chegar aproveitem para parar o carro em um local legal e pedir indicações para as pessoas do local de um lugar bem bonito que possam ficar à vontade.
Leve uma toalha de piquenique se forem fazer durante o dia, ou a noite levem uma barraca de camping.
Velas perfumadas ou incensos para decorar e deixar um cheirinho gostoso no quarto de hotel.
Leve Cd’s românticos e de cantores que o casal gosta (que tal aquela musica de vocês?). Coloque também o CD para ouvirem no carro e entrar no clima.
Escolha um bom roteiro de viagem. Saiba pra onde está indo e não se perca — você pode pegar um mapa com a ajuda do Google Maps. (Nada mais chato do que se perder antes de chegar ao destino final)

Coisinhas românticas que vocês podem fazer enquanto estão viajando:

Beije sempre. Quando pararem num sinal de trânsito não perca a oportunidade.
Seja espontâneo. Se vocês estiverem em um local muito bonito, tire fotos do local com o seu amor para ficar registrado para sempre.
Guarde as rolhas dos vinhos que tomarem naquele jantar romântico, assim como outras recordações e depois faça uma colagem com todos esses itens para relembrar cada momento no futuro.

Aproveite a natureza e faça tudo com corações, exemplo: galhos de coração, riscar um coração na areia da praia, desenhar pétalas com coração e até desenhar um coração no vidro do carro ou no espelho quando estiverem úmidos.
Crie e invente romantismo com o seu namorado e vocês sempre manterão o clima de amor no ar. Aproveitem para viajar juntos pois são momentos que ficam eternizados na memória de todos.

Caso não viajem, aproveitem paraligar antes e reservar com o garçom uma mesa. Peça para ele colocar uma flor ou uma vela na mesa para o jantar romântico, aqui no Bistrô ainda aceitamos reservas para a noite de 12 de junho, mas apresse-se, os sofás já estam quase todos dominados.

Um feliz dia dos namorados com muito amor
Mini Bolos Românticos a partir de R$ 170,00, não deixe de encomendar o que o seu amor merece, recheios ao gosto pessoal!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Surpreenda Seu Amor


Para o Dia dos Namorados (ou para qualquer dia especial de um casal) o presente é certamente uma das coisas menos importantes, dado que você faça algo diferente, que realmente o/a surpreenda. Aqui estão algumas das minhas valiosas dicas para um dia mais do que inesquecível junto ao seu namorado

Pela manhã
Se você mora com ele, acorde-o de uma forma bem romântica e convide-o para tomar banho juntos…no horário agendado para a cesta de café da manhã da La Benedicta chegar sem que ele/a veja.
O Mini Bolo Voo-Doo da foto pode ser comprado por R$ 170,00 e enviado para o trabalho dele/a.Vale a pena fazer a reserva do seu pedido, pois os bolos são feitos artesanalmente por mim

O jantar
Planeje um jantar fora, faça a reserva no La Benedicta Bistrô Lounge o clima romântico já peculiar do restaurante, estará ainda mais em alta no Dia dos Namorados. A casa preparou uma noite especial para os apaixonados que quiserem curtir a data degustando os sabores exóticos da gastronomia brasileira Além de um menu exclusivo preparado por mim, Chef Ana Stellato, o La Benedicta Bistrô Lounge estará todo iluminado à luz de velas e a trilha sonora da data foi preparada incrementando com os novos discos da Stacy Kent, caso prefira jantar em casa mesmo, a Chef aqui prepara todo o seu jantar e o entrega com instruções de aquecimento e montagem) com comidas que excitam o olhar, o olfato e o paladar, como alho, salmão, carne vermelha e frutos do mar como ostras. Para a sobremesa, qualquer uma com chocolate e frutas vermelhas. Não se esqueça do champagne ou um vinho do Porto.

Aguarde nosso menu especial

A massagem

Compre óleos aromáticos específicos para massagem. Peça para que o seu namorado/a deite em um lugar firme e confortável, como um carpete ou uma cama com colchão bem firme. Usando um toque delicado, aplique o óleo e, com a palma das mãos, percorra da coluna até a pélvis, na horizontal, sucessivamente até chegar no pescoço.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

As Mães do Nosso Menu em Grande Estilo


O La Benedicta Bistrô traz opções gastronômicas para quem quiser comemorar o Dia das Mães em grande estilo.

Ana Stellato promoverá oficina gastronômica do prato de Entrada em homenagem ao Dia das Mães

O La Benedicta Bistrô, localizado na quadra comercial atrás do Parque Olhos D'Água de Brasília com uma vista inigualável do mesmo, terá uma programação gastronômica especial para a comemoração do Dia das Mães.

Ana Stellato, chef do Bistrô, preparou um exclusivo menu para o almoço de Dia das Mães, servido de 12h às 16h. Dentre as opções de saladas e frios, a chef sugere “Cestoni de parmesão com folhas verdes e flores comestíveis" e “espelho de queijos nacionais e importados”, “terrine de foie gras especial da chef” e “peixes defumados”, como salmão além de outras saborosas opções.

Dentre as delícias preparadas no menu de pratos quentes, destaque para o “medalhão de salmão com frutas vermelhas acompanhado por risoto de três castanhas”. Para a sobremesa, uma deliciosa pana cotta com frutas vermelhas ou uma cheesecake de damascos também assinadas pela chef pâtissier Ana Stellato.

A grande novidade para esse Dia das Mães fica por conta da oficina gastronômica comandada pela Chef. Para os previamente matriculados, haverá uma estação construção de saladas, onde os clientes poderão participar de um workshop com Ana Stellato, que irá orientar o preparo de pratos especiais para as mães homenageadas. Para finalizar em grande estilo, os clientes concorrerão a um jantar harmonizado com direito a acompanhante.


Serviço:
Almoço Dia das Mães - La Benedicta Bistrô– 10 de maio
Local: SCLN, 413, Bloco C, Lojas 21/41, Brasília-DF
Preço: R$ 59,00 + 10%
Horário: de 12h00 às 16h
Telefone para reservas:(61) 3033-8500 ou 3967-7219

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Consommé é bem mais do que um caldo


Presença insubistituível do cardápio do La Benedicta Bistrô, o consommé é bem mais do que um caldo que a Chef Ana prepara com excelência. Ele reúne características que o distingue dos outros fundos. Para os entendidos, não basta que esteja saboroso: assim como o diamante, quanto mais transparente for, mais perfeito ele será. Aqui no La Benedicta fazemos questão de atestar a transparência do consommé, colocando no fundo do prato algum ingrediente (como um pedaço de cebolinha francesa ou outro item como cogumelos flambados) para que o cliente observe o quilate da jóia que irá saborear.

A transparência é obtida por meio de uma técnica chamada purificação, que utiliza um ingrediente extremamente alvo: claras de ovos batidas. Mas o processo não é tão simples assim. Elas devem ser ligeiramente batidas e acrescentadas à panela com o caldo (de carne ou frango) já quente. Quando uma crosta se formar na superfície é necessário fazer um furo num dos cantos para que o vapor tenha por onde sair. Com o cozimento lento, a camada grossa de claras irá aspirar as “impurezas” do caldo.

Mas todo cuidado é pouco: se o fogo não estiver brando de fato, o líquido entra em ebulição, transborda e aí acontece como nos desastrosos episódios de leite fervido que derrama sobre o fogão! Isso já aconteceu comigo durante as aulas que ministro e daí e tive que reiniciar o processo de purificação com novas claras.

Após 45 minutos de cozimento, a “jóia” está pronta para ser retirada da panela, o que também não é lá tão simples assim. Cuidadosamente deve-se retirar o líquido através do furo feito na crosta e passá-lo por uma peneira fina coberta com um pano de prato limpo. Para merecer o título de consommé, não basta não ser turvo, tem que ser cristalino e saboroso. Caso contrário, continua sendo um reles, porém delicioso, caldo.

Vale o trabalho? Eu Não Tenho dúvidas...

Em oposição à delicadeza do consommé, oferecemos também em nosso cardápio outra sopa, esta sim, bem mais rústica. A soupe au pistou não tem as “frescuras” do modo de preparo do consommé, mas nem por isso deve ser considerada inferior e relegada ao segundo plano. São propostas e sabores extremamente diferentes e únicos.

Essa segunda sopa é basicamente composta de vegetais cozidos em água e fica pronta em menos de 1 hora. O único cuidado exigido é respeitar o tempo de cocção de cada ingrediente. Ou seja, os que demoram mais para amolecer devem ser colocados antes na panela. A cenoura, por ser bem mais dura, deve ser acrescida antes da abobrinha, por exemplo.

Talvez você esteja pensando: “mas qual será o atrativo dessa sopa que parece meio sem graça?” A resposta vem no final, quando chega a hora e a vez da pasta que dá nome à sopa. É o pistou entrando em cena para dar um incrível realce. Uma jóia da coroa.

O pistou mistura alho cru, folhas de manjericão, azeite e parmesão ralado que devem ser amassados preferencialmente num pilão ou podem ser rapidamente batidos no processador. E garanto que o aroma dessa pasta por si só já abre o apetite. Quando incorporado à sopa, então, ganha vida e frescor. Mas atenção, essa pasta deve ser acrescentada com o fogo já desligado para que o parmesão não fique “borrachudo”. E é só. A tradicional sopa de legumes ganha suaves ares campestres, além de nova personalidade.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Festival de Paella, todos os domingos, 4 versões internacionalmente gourmets para agradar toda a família! (Preços Únicos)



A “paella” é o prato mais famoso e tradicional da culinária espanhola e a Chef Ana Stellato ofecere o Festevil com 04 versões, a Paella Valenciana, Paella Marinera, Paella Vegetaria e a Paella Nera com tinta de Lula. Seu preparo segue todo um ritual, pouco alterado desde a sua criação que a Chef replica com esmero. Trata-se de pratos sofisticados pela plástica de sua apresentação e de ponto delicado, por isso seu preparo deve seguir rigorosamente as instruções. Mas enquanto separamos os ingredientes da receita da Chef Ana abaixo, vamos conhecer a história da “paella”.

“Paella” já foi coisa só de homem
Quando saíam de madrugada para o trabalho, nos séculos XVI e XVII, os camponeses da região de Valência, na Espanha, levavam os ingredientes para preparar sua refeição. Ainda de manhã, capturavam um coelho ou pato selvagem, caracóis nativos e colhiam legumes da estação.

Ao meio dia, reuniam-se em torno do fogo e iniciavam o ritual do almoço. Era um momento de sociabilidade e congratulação. Utilizavam a “paella” - uma panela redonda, ampla e rasa, com alças - derivado de “patella”, a bandeja usada pelos romanos nos rituais de fecundação da terra, onde eram colocados azeite, carnes, vagens, água, favas, sal, caracóis, açafrão e arroz. Só mais tarde acrescentaram o tomate, ingrediente originário da América, que chegou à Espanha após a viagem de Cristóvão Colombo, e o frango, nobre e caro demais para os padrões rurais da época.

Ao migrar para outras regiões, a receita sofreu interessantes aculturações. Surgiram a “paella marinera”, feita com peixe e frutos do mar; a “paella mista”, à base de peixe, frutos do mar e carnes e a “negra”, com tinta de lula.

Além disso, apareceram “paellas” apenas com verdura, alcachofra, fígado ou morcela. Existe também uma variante da “paella” com massa, a “fideuà”. O nome vem de “fideo”, que em espanhol significa aletria, macarrão. Conta-se que a “fideuà” surgiu acidentalmente. Os pescadores que criaram o prato usaram massa porque não tinham arroz para juntar aos ingredientes.

A “paella” é um prato festivo, que os espanhóis saboreiam em batizados, casamentos, feriados religiosos e fins de semana. Sua preparação competia somente ao homem, geralmente ao chefe da casa. A “paella” é feita de preferência ao ar livre, em fogo a lenha, longe da cozinha. Ali, sem perigo de arranhar sua virilidade, o homem elabora um prato complicado e barroco, generoso e rico. Segundo a tradição, apenas aos filhos homens deveria ser transmitido o conhecimento sobre este prato.

É fogo

Antigamente, o fogo era exclusivamente a lenha. No caso da “paella”, a falta de lenha obrigava os camponeses a fazerem fogo com ramos e lascas de árvores frutíferas, sobretudo de laranjeiras, cultivadas há séculos na região de Valência, na Espanha. As laranjeiras produziam brasas miúdas, uniformes, de calor intenso. Além disso, seu perfume agradável impregnava e temperava suavemente a comida. A tecnologia moderna trouxe o fogo a gás e a preparação da “paella” teve que ser adaptada. O prato perdeu um pouco da magia original, mas continuou a ter importância social.

O sucesso da “paella” depende de inúmeros fatores. Usa-se exclusivamente a panela tradicional, hoje chamada de “paellera”, porque ela possui muita base e pouco fundo. É a única capaz de cozinhar o arroz em extensão e não em altura, como manda a receita. Sua superfície ampla garante a perfeita evaporação da água.
O grão do arroz deve ser médio, com 5,2 a 6 milímetros de comprimento. Esse é o tipo de arroz que melhor absorve os sabores do cozimento, sejam carnes, peixes, frutos do mar, verduras ou legumes. Ele funciona quase como uma pequena esponja.

O ponto de cozimento também é importante. Ao contrário do risotto italiano, o arroz precisa ficar inteiro, seco e solto. Se passar, os grãos se rompem, o sabor diminui e a textura fica pastosa.

A raspa

Como o arroz não pode ser mexido durante o cozimento, há quem diga que a parte mais deliciosa fique no fundo e nas laterais. É o “socarrat”, ou seja, os grãos que pegam na “paella”, adquirindo cor marrom e queimadinho crocante. A quantidade de azeite também deve ser bem dosada, pois a “paella” não pode ser gordurosa. Finalmente, também é importante ao volume de água. Se excessivo, atrapalha todo o cozimento.

Ao ser considerada pronta, a “paella” torna-se o centro da refeição. O ideal é que os presentes se sirvam à vontade, pois o clima que envolve gula e sociabilidade é o charme desse prato.

No passado, o cerimonial era ainda mais comunitário. O autor dividia a “paella” em partes iguais, desenhando no arroz triângulos exatos, a partir do centro, conforme a quantidade de convidados. Cada um ficava com uma porção e respeitava as que cabiam aos demais.

Segredos da chef
A pronúncia mais correta é a espanhola, algo próximo de “paelha”. Os tradicionalistas dizem que, chamada de “paeja”, a receita perde a autenticidade;

O arroz nunca deve ser lavado;

As carnes devem ser bem refogadas, até a formação de um fundo na panela;

No caso do o fogo de lenha, este deve ficar a uma distância prudente da “paella”, para que as chamas sejam distribuídas igualmente sob ela;

A água deve cozinhar por no mínimo 25 minutos, para pegar o sabor dos ingredientes;

O diâmetro da “paella” varia de acordo com a quantidade dos convidados: 25 cm para 2 a 3 pessoas, 30 cm para 3 a 4, 35 cm para 5 a 6, 40 cm para 6 a 8 e assim por diante.

A Paella Valenciana hoje é o prato espanhol mais consumido no mundo atualmente.
Se você quiser manter a amizade de um espanhol, pronuncie "Paella"e nunca "Paeja", pronúncia típica argentina e uruguaia, considerada um erro imperdoável no mundo gastronômico espanhol

A Paella valenciana da Chef Ana Stellato leva uma mistura de frutos do mar, frango e porco além de diversos vegetais que completam o colorido.
Ingredientes
1 colher (sopa) de óleo de soja
2 colheres de (sopa) de açafrão
1,5 litro de caldo de peixe e camarão
1/4 de xícara (chá) de azeite
300g de peito de frango cortado em cubos
300g de lombo suíno cortado em cubos
1 colher (sopa) de alho
1 cebola bem picada
600g de arroz parboilizado
300g de peixe de carne rija em cubos
300g de lulas limpas cortadas em anéis
300g de polvo limpo em pedacinhos
16 mexilhões em meia casca
500g de camarões pequenos
8 camarões grandes
1/2 xícara (chá) de ervilhas frescas picadas
1/2 xícara (chá) de vagem picada
1/2 xícara (chá) de pimentões verdes e vermelhos picados
Tiras de pimentões verdes, vermelhos e amarelos para enfeitar
Rodelas de limão siciliano para ladear a paella
Modo de preparo
Esquente o óleo e dissolva o açafrão. Junte o caldo e reserve. Em uma paelleira, esquente o azeite e refogue as carnes. Coloque o alho e a cebola e deixe dourar. Acrescente o arroz e frite um pouco. Adicione o peixe, os frutos do mar, os legumes e mexa bem despejando com cuidado o caldo. Verifique o sal. Enfeite com os camarões grandes, os mexilhões e as tiras de pimentão. Cozinhe em fogo médio sem mexer. Quando estiver quase seca, desligue o fogo, cubra a paella com uma tampa e deixe descansar por cinco minutos. Ladeie a paella com rodelas de limão e sirva imediatamente na própria paelleira.
Não perca, todos os domingos das 12h00 às 16h00 na CLN 413, Bloco C, Loja 21, garanta a mesa da sua família através do tel.: (61) 3967-7219 ou (61) 3033-8500

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Feijoada de Frutos do Mar e Tomate Coquetel com Frutos do Mar


Praia é o melhor lugar para comer frutos do mar, certo? - Errado! Aqui no La Benedicta Bistro Lounge eu faço preparações que além de saudáveis, são leves e deliciosas. O valor nutritivo é o mesmo da carne bovina, com a vantagem de serem menos gordurosos.

Aqui você se deliciará com apresentações gourmet inéditas em Brasília como a feijoada de frutos do mar todo sábado das 12h00 às 16h00, ou preparações como o tomate coquetel acima, simplismente divino.

Mas para consumir estes alimentos sem medo, alguns cuidados são necessários na hora da compra, preparo e armazenamento.Por serem alimentos altamente perecíveis, a toxinfecção é um problema muito comum.
Compra:
Peixes frescos: A pele deve ser firme e os olhos brilhantes e salientes. As escamas devem estar fortemente aderidas à pele e apresentarem brilho. As guelras têm que estar vermelhas e o animal deve ter cor e cheiro próprio e a cloaca fechada.
Camarão: Quando for comprá-lo com casca, a cabeça e a casca devem estar firmes ao corpo. E, em relação à cor, deve ser rosada ou acinzentada, dependendo da espécie.
Frutos do mar como o polvo e a lula: devem apresentar cor roxo claro, carne elástica, olhos vivos e salientes nas órbitas.
Armazenamento:
Peixes: É aconselhável dois quilos de gelo para cada quilo de peixe. Carnes de frutos do mar desfiadas só podem ser vendidas acondicionadas, congeladas e com prazo de validade e número do serviço de fiscalização impressos na embalagem. Antes de congelar o peixe, é necessário limpá-lo, remover as barbatanas e escamas, retirar as vísceras, cortar a cauda e a cabeça. Para o peixe pequeno, o ideal é congelá-lo por inteiro. Se for grande, pode ser cortado em postas ou filés.
Camarão: Para o camarão o tempo de conservação é de, no máximo, 2 dias na geladeira. No congelador é possível mantê-lo congelado por 1 mês. Caso o camarão já tenha sido adquirido congelado, pode-se mantê-lo no freezer por até 1 ano (-18ºC a -25ºC). Para que o camarão não perca o sabor ao descongelar, deixe-o descongelar dentro da geladeira, sem desembrulhar. Para cozinhá-lo, não é necessário esperar que esteja completamente descongelado.
Preparo:
Camarão: Para limpar os camarões deve-se retirar a cabeça, a casca e o rabo. E, para retirar aquela linha escura do dorso, basta dar um corte pequeno e puxá-la com um palito de dentes.
Moluscos: No preparo de moluscos é necessário retirar as vísceras na parte maior do molusco. A membrana que envolve a parte externa da lula precisa ser retirada para não escurecer a carne na hora do cozimento. Retirar também os olhos e lavar bem os tentáculos. O ideal é o cortá-las em rodelas.

Agende sua reserva, 61-3033-8500! SCLN 413 Bloco C, Lojas 21/41 - Nosso espaço é lindo, diferenciadamente intimista.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Brit Milá, Simchá Bat e Batizados


No mundo ocidental, o Batismo é a forma mais comum de introdução do recém-nascido na comunidade. É um dia muito importante, pois é nesta cerimômia religiosa que o bebê será incorporado oficialmente à sociedade.
Para o povo judeu, o Brit Milá simboliza a aliança que Deus fez com Abrão e com o povo judeu. Este ritual pode ser visto como um ritual de iniciação através do qual o bebê se conecta através de uma corrente virtual a todos os judeus.

Já o Simchat Bat é costume entre os judeus para organizar uma cerimônia na qual a menina recém-nascida recebe seu nome.

Este é um momento de grande emoção onde os pais expressam gratidão pelo milagre que representa o nascimento de uma criança!
O ritual de Bat-Mitzvá é parecido com o de Bar-Mtizvá: a menina passa a fazer parte da comunidade adulta judaica.
Estas são algumas fotos do que a La Benedicta prepara para esta ocasião especial.